Café Gourmet em Grãos 1 kg Sam Café

Café gourmet em grãos de aroma consistente, com doçura alta e acidez presente. O café gourmet é produzido em altitudes acima de 1.200 metros.

  • Tipo: 100% Arábica
  • Altitude: acima de 1.200m
  • Acidez: Baixa
  • Ponto de Torra: Média
  • Processo: Natural
  • Peso Líquido do Produto: 1 kg

R$40,00

Categoria:

Café Gourmet em Grãos

Café Gourmet em grãos (no caso deste produto especificamente), ou simplesmente gourmet, afinal de contas, por que gourmet? Antes de começarmos a falar do Café Gourmet em grãos , é válido mencionar da onde surgiu o termo “gourmet”, afinal de contas virou uma palavra da nossa língua portuguesa, a palavra gourmet tem ascendência francesa e na época a palavra estava no meio dos bons apreciadores de vinho.

O Brasil, internalizou a palavra e hoje está relacionada a alta qualidade culinária e também de bebidas, juntando com os prazeres de uma mesa, degustação e experiência gerados dos produtos gourmet.

Por Que O Café Gourmet em Grãos é Diferente?

A Definição de café gourmet, está associado a alta qualidade do café. Com isso gerando um sabor diferenciado dos demais cafés conhecidos como tradicional, são cafés de aroma e gosto bem percebidos, levemente adocicados e deixam um gosto muito agradável na boca após o término da bebida.

O Café gourmet é de origem 100% arábica, tem uma valorização na sacaria, desde quando está nas mãos do produtor nos cafezais até a mesa do consumidor. As embalagens do café gourmet em grãos também são mais sofisticadas, com válvulas aromáticas o que gera altíssimo valor agregado para o produto.

Como Analisar e Classificar  o Café Gourmet em Grãos Corretamente?

Segundo as normativas da ABIC (Associação Brasileira da Industria do Café) existem 3 critérios para que uma café possa ser classificado e reconhecido como Gourmet:

  1. Os grãos devem ser da espécie arábica e devem ser 100 % arábica, ou seja, não ter blends com a espécie Conilón (bebida Robusta), esse blend das duas espécies são muito comuns na indústria tradicional, já que o café conilon tem rendimento e dá a tintura do café (mais preto ou menos pretos, mais ralo, também conhecido como chafé), sendo uma sacaria mais barata nas negociações da commodity;
  2. A valorização deste café arábica se dará pelo aspecto visual dos grãos crus. Os mesmos são classificados através de peneiras que eliminam impurezas e grãos defeituosos. Vale ressaltar que a parte visual interfere muito na qualidade do café que chegará até a xícara do consumidor, afinal quanto menos defeitos e impurezas  verdadeiro é o café que estará consumindo.
  3. Prova de xícara. Aqui os especialistas vão notar a doçura, aroma e falta de adstringência gerando uma nota através da percepção feita pelo paladar. A análise é feita por um provador certificado e leva em conta quesitos como aroma, sabor, acidez, corpo da bebida, doçura, finalização e vários outros fatores.

café tradicional x café gourmet

 

Todo Café Arábica é Bom?

A resposta é NÃO, justamente pelas questões citadas acima os defeitos e impurezas podem interferir muito negativamente na xícara e simplesmente deixar de fora o café gourmet, o que por consequência o torna um café comum.

Abaixo seguem alguns aspectos dos grãos e a interferência destes no sabor:

  • Grãos verdes: sabor adstringente, áspero;
  • Grãos quebrados ou ocos: acabam torrando mais e geram sabor de queimado;
  • Grãos chochos ou mal granados: falta de sabor;
  • Grãos pretos ou ardidos: sabor indesejável, lembrando iodofórmio.

prova-de-xícara

A Produção do Café Gourmet em Grãos Possui Um Padrão?

Sim, a produção do café gourmet em grão possui um padrão. De forma resumida, desde o plantio na fazenda até a xícara é na mesa do consumidor final deve-se observar as seguintes etapas:

  • Cuidados na plantação;
  • Colheita;
  • Processo de beneficiamento;
  • Armazenamento;
  • Industrialização, toda a jornada da curva de torra precisa para potencializar o máximo da bebida;
  • O empacotamento;
  • Os métodos de preparo (coador, V60, prensa francesa, cafeteira italiana, expresso, aeropress, etc.)

 Cuidados na Plantação (do Futuro Café Gourmet em Grãos)

  1. Esta fase é importante, pois é onde os grãos acumulam naturalmente as substâncias que iremos sentir degustando o café. Vale ressaltar que a espécie do café precisa ser 100% arábica.
  2. Precisa ter cuidados com nutrição e deixar os pés de café com aspecto saudáveis. As folhas utilizam a energia da luz do sol para produzir diversos tipos de óleos, açucares e outras substância e as acumulam nos frutos, isso vai impactar muito na hora de tomar seu café. Plantas saudáveis produzem melhor e maior acúmulo destas substâncias.
  3. Onde está localizado o cafezal, quando falamos em cafés de qualidades, normalmente estamos falando de características geográficas muito semelhantes, regiões de maior altitude em relação ao nível do mar (800 metros acima), clima temperado, e regime hídrico da região.

Fase Colheita

No café de qualidade gourmet os frutos são colhidos no ponto ideal de maturação, o famoso café cereja bem avermelhado ou amarelo, depende da variedade, ou seja, maduro e bonito.

Se colhermos os frutos no estado verde, teremos um menor tempo de acúmulo de açucares, óleo e outras substância benéficas e de qualidade no café, deixando o café com sabor adstringente (como chama os especialistas)

Já a colheita de frutos passados é um sinal de alta fermentação, com isso tem sabores indesejáveis.

O Grão de Café Ideal

Processo de Beneficiamento (do Futuro Café Gourmet em Grãos)

Normalmente quando termina a colheita os frutos vão para secagem no próprio pátio das fazendas, o valor dos frutos em porcentagem de umidade é de 11% (onze por cento), é preciso diminuir esta umidade, porém, o cuidado deve ser grande para não causar fermentações indesejadas que podem prejudicar a qualidade da fruta, por consequência no resultado final do café.

Pode ser feito sem a pele/casca e poupa, chamamos de cereja descascado ou despolpado, o que ocorre de maneira bem rápida e geralmente torna um café suave e com maior doçura.

No beneficiamento os passos são os seguintes:

  • Separação dos grãos por tamanho;(ótimo para torras homogêneas e com padrão)
  • Peso (o que ocasiona a eliminação dos grãos sem nada dentro e sem sabor)
  • Cor, uma máquina eletrônica que elimina os frutos considerados passados, que são grãos verdes e escuros)

Forma de Armazenamento é Importante?

O armazenamento após o beneficiamento é muito importante, pois é comprovado se o café ficar estocado por mais de 6 meses nas tradicionais sacarias de juta, o café vai perdendo a qualidade, e consequentemente suas notas e aspecto que o tornam gourmet.

Conseguiram solucionar esse problema, com uma tecnologia americana onde desenvolveram o saco denominado Grain Pro, esse material é impermeável a umidade e oxigênio preservando a qualidade por mais tempo.

saco-grain-pro

 

 Fase da Torra, O “Tempero” do Sabor e do Aroma

Assim como todo processo desde da plantação lá na fazenda, a torra é extremamente importante, afinal de contas, não adianta o fazendeiro/cafeeiro cuidar de tudo por basicamente um ano inteiro, quando tem as safras do café, e o torrefador comprar lotes de café premium, café gourmet, café especial, onde se paga preços mais altos pela sacaria, por lotes as vezes até premiados e raros, chegar na torrefação e simplesmente “queimar” o café ou então não fazer um bom trabalho bem estudado sobre a ciência da “curva de torra”. Podemos até dizer que a torra é o “tempero” que vai potencializar o sabor e aroma do café.

Normalmente o ponto de torra (tonalidade da cor) do Café Gourmet é médio ou médio claro, para que não fique um sabor amargo e queimado na boca, o que é o caso da maioria dos cafés normais que utilizam ponto de torra alto para disfarçar grãos com defeitos na bebida.

Empacotamento Influencia no Resultado Final? (do Futuro Café Gourmet em Grãos)

SIM, feita a torra, chega a hora de empacotarmos o café, a qualidade da embalagem é que irá garantir e preservar as notas e aspectos da bebida, para que não aja oxidação (reação natural do meio ambiente, porém evitá-la é importante para não diminuir a qualidade) nos grãos já torrados. Utilizamos embalagens de 1kg para grãos e 500g para moído:

 

Os Métodos de Preparo

A fase final nada mais é que apreciarmos e tomarmos o tão precioso cafezinho, e para isso podemos escolher o método que podemos preparar a bebida. Cada método tem seu charme, e é sobre isso que vamos falar agora. O método de preparo de café mais popular aqui ao Brasileiro, é o coado em filtro de papel/ou de pano.

Porém com o conhecimento atrelado junto o desenvolvimento de lugares e cafeterias “gourmet” o mercado de café premium, foram surgindo os outros métodos que até então eram poucos conhecidos. Esses outros métodos é mais uma forma de valorizarmos o potencial dos grãos de alta qualidade.

Caso você nunca tenha ouvido falar nos outros métodos, ou então sobre os equipamentos e cafeteiras para tal experiência, agora é hora de pelo menos saber as vantagens e desvantagens de cada um, as diferentes características de um para outro.

Existem inúmeros métodos, mais vamos falar de 4 principais, como será a extração e o que cada experiência possa te proporcionar, para ajudar a descobrir as expectativas de gosto e paladar para uma degustação de alto nível.

Coador (Filtro de Papel)

O mais popular do nosso país, que está em praticamente em todas as casas das famílias brasileiras, é a partir da infusão do café em água fervente. É o mais usado pela “cultura” mesmo do Brasil, mas também se dá pela praticidade, além dos equipamentos em valores serem os mais baratos.

Porém não é porque todo mundo faz, que qualquer um pode fazer de qualquer jeito, existem alguns “segredinhos” e toques de baristas profissionais.

  • Uso de água mineral;
  • Deixar a água atingir a temperatura de 96-98 graus (ser antes de ferver);
  • Escaldar o filtro para evitar qualquer transferência de resíduos de papel para a bebida.

O grande segredo está em hidratar o café com uma pequena quantidade de água por cerca de 30 segundos e só então começar a verter o restante do líquido sobre o pó, em círculos, para extrair o máximo de sabor dos grãos.

Muitas pessoas tem o hábito de colocar o “canecão” de água quente quando ele chega na temperatura de quase ferver direto para passar o café, sem hidratação do pó, com toda certeza vai faltar sabores que poderiam ir a xícara. Ou então colocar o pó no “canecão”, e mexer igual toddy / nescau para depois passar no filtro, deste jeito também perde-se muita propriedade.

Uma vantagem é o aroma de um cafezinho passado na hora, feito no coador, simplesmente o cheirinho dele é imbatível. A pequena desvantagem em comparação com os outros métodos pode ser que você não tem o controle das etapas da extração, nem mesmo o tempo da água em contato com o pó de café.

  • Grau de dificuldade do preparo – fácil;
  • Moagem indicada – fina;
  • Tempo de preparo – depois de a água entrar no ponto de quase ferver, aproximadamente 3 min;
  • Investimento: baixo.

Hario V60

A história da empresa Hario é muito interessante, a empresa com sede no Japão e que inicia em 1921, com a nome bem sugestivo para os produtos que fazia a Hario(significa “rei do vidro”), tinha como principal negócio a produção de artigos para laboratório médico em vidros.

A empresa foi fundada na cidade de Tóquio e tinha como foco principal a fabricação de tubos de ensaio, e produtos científicos. Foi preciso inovar para sobreviver, logo após a Segunda Guerra Mundial, a empresa sentiu a necessidade de inovar e criar para fugir da crise pós guerra.

A popularização de apreciadores de café e chás aumentava essa época no Japão, foi então que a Hario criou o sifão com filtro de pano, os tubos de raio catódico e algumas jarras que podem ser levadas para refrigeração.

A Origem do Hario V60

O famoso coador e que deu a Hario, uma notoriedade a nível mundial só surgiu em no ano de 2005. O produto não é de vidro especificamente, mas podemos encontrar em vários formatos (cerâmica, plásticos, inox, etc).

O significado do seu nome (V60) quer dizer a vértice de 60 graus na angulação que o filtro tem, e só de ter essa angulação é o que torna esse método de coar muito desejada para os amantes de café.

Qual é o Diferencial da Hario V60?

O Hario V60 é um método que até lembra o coado tradicional: também traz um filtro de papel. No entanto, se difere no design, com ranhuras (veios) em formato cônico e espiral por toda a extensão da cafeteira. Com o formato cuidadosamente projetado para extrair o melhor da bebida. Existem até cursos para extração do V60.

Alguns detalhes foram pensados para:

  • Que o contato da água com o pó, fique por mais tempo, por isso o formato cônico;
  • Na lateral do Hario V60, as espirais fazem com o que o ar escape com facilitade;
  • No fundo do coador tem possibilidade de escolher a intensidade da bebida;

E você, já experimentou o café coado no Hario V60?

Uma das Vantagens Deste Método é a Praticidade, Tanto em Tamanhos e Preços Para o Coador Como em Tempo de Extração.

Porém, uma das poucas desvantagens é o uso de filtros específicos para o método, que não estão disponíveis em qualquer supermercado ou venda. Mas é muito fácil de encontrar na Internet.

O método Hario V60:

  • Grau de dificuldade do preparo – fácil;
  • Moagem indicada – média para fina (da espessura de açúcar cristal);
  • Tempo de preparo – depois de ferver a água, 4 min – 30 seg para escaldar o filtro e 3 min para verter a água e finalizar a extração;
  • Investimento: de baixo a médio, a depender do modelo escolhido.

Moka (ou Cafeteira Italiana)

Se tratando até pelo nome, muito conhecido aqui no Brasil, como cafeteira italiana, todo o projeto e patente foi sim constituído por um Italiano. A Moka, como é originalmente nomeado por quem a inventou, foi patenteado por Alfonso Bialetti em 1933. O nome foi uma homenagem a cidade Moca no Iêmen, onde na época era famosa pela produção de cafés de qualidade.

Segundo a história, a ideia surgiu enquanto Bialetti observava algumas lavadeiras de roupa num tanque com um tubo central que distribuía a água quente junto com o sabão para os tecidos serem lavados. Ou seja, na observação dele, a ideia principal seria ocasionar o processo de ebulição e a distribuição da água

E está ai um método de extração de café a pressão super simples, criado nos anos 30 que está em nossa cultura até hoje. É muito popular na Europa esse método, a praticidade de aproximadamente em 4 minutos já ter seu cafezinho pronto, sem precisar de filtros, agrada muito os Europeus.

Para potencializar este método de preparo o café deve ter algumas características:

  1. O grão de café deve estar com uma moagem de média-grossa, pois se estiver fina pode passar os resíduos ou entupir a cafeteira.
  2. O controle do fogo é essencial, pois o metal quente demais do compartimento superior pode queimar o café; a dica é manter o fogo baixo e pingar água fria no recipiente que receberá o fluxo para tentar abrandar a temperatura;
  3. O café extraído da Moka (Cafeteira Italiana) tem um corpo bem acentuado já que ele é feito acima de uma temperatura de 100 graus, é uma bebida rica em óleos e cafeína, e tem aspecto do chamado café forte, mas se trata do formato da preparação.

Método Moka

  • Grau de dificuldade do preparo – fácil;
  • Moagem indicada – média grossa;
  • Tempo de preparo – aproximadamente 4 minutos;
  • Complexidade de sabor – alta, já que o café não passa por um coador que retém óleos e outros elementos sensoriais que são transferidos para a bebida com mais intensidade;
  • Investimento: baixo

French Press (Prensa Francesa)

Um senhor francês, da cidade de Provença na França, sempre caminhava em busca de novos ares, e em busca de se encontrar na vida. Ele não sabia quanto tempo duraria essa aventura, levava junto mantimentos, como comida, lenha e uma pequena cafeteira.

Normalmente aos términos de sua constante caminha, chegando aos picos da colina, descansava, fazia sua fogueira e preparava o seu café.

Naquela época o café era misturado com a água antes de ir ao fogo lá se esperava ferver. Não tinha o conhecimento que ferver a água pode acabar com as propriedades essenciais do café.

Porém em mais um dia como esses, esse senhor esqueceu de colocar o café junto com a água, quando se lembrou já era tarde demais, então ele colocou o café mesmo depois da água ter fervido, e praticamente todo o pó ficou a superfície da água, sem afundar.

Passou pela cabeça dele que ficaria sem seu cafezinho, pois só havia levado uma dose de café para aquela jornada. Em alguns minutos surge um comerciante de origem italiana, vendendo muitas coisas, bugigangas da época, e tinha no meio de todo esse material telas de metal.

O senhor então deve uma ideia de improviso, pegou essa tela de metal, cortou um pedaço dela, e colocou em cima do café, simplesmente pegou um pedaço de pau que estava no chão e empurrou a tela para baixo, e lá separou o pó do café do liquido, eles tomaram esse liquido, e logo perceberam que ficou uma bebida maravilhosa.

Combinaram em vender a ideia, e serem sócio nesse formato de cafeteira. Na evolução da história, muita coisa rolou, houve projetos e mais projetos para a mesma função, que hoje chamamos de Prensa Francesa.

O processa da French Press (Prensa Francesa), tem em seu nome bem denominado o modelo de prensar para extrair o café. O uso da French Press, nesse método tem resultados no café, com uma bebida mais acentuada, de presença de cafeína, óleos essenciais e outros elementos que compõem os grãos!

Muito bom para que gosto de um café encorpado, e de boa presença. Fabricada em diferentes tamanhos e matérias-primas, a cafeteira é portátil e permite o preparo de café em qualquer lugar em que seja possível ferver água!

Método French Press

  • É importante granulometria da moagem, que sempre deve ser média-grossa(na verdade mais grossa do média) – o risco de usar um café fino demais é dos resíduos não serem filtrados e irem para xícara.
  • Aguardar o tempo de infusão antes de pressionar o êmbolo. Algo em torno de 2 minutos é ótimo
  • E de mexer a mistura de pó e água e dar um tempo para que o pó “assente” na base da cafeteira!

 

Peso1200 g
Dimensões15 × 15 × 22 cm

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